quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sausse, Saussure, Fernando Casimiro Albertino (safado, sacana)




Bom, post passado eu falei sobre um tal de Saussure, a qual eu iria contar mais tarde, e lá vai a história.



Bom para começo de tudo, Saussure segundo a professora Dove era francês, mas depois de estudar a vida (muito interessante de Saussure) descobrimos que ele é suíço. Sim, pasmem a professora nos enganou a metade do semestre inteiro (vaca, literalmente). Saussure foi um lingüista, e sem sacanagem, ele estudou as línguas, a variação lingüística, e todas as bobagens que ele pode inventar. Criou teorias e mais teorias, porém antes disso, o mestre Sausse, foi um menino muito levado.


Fernando Casimiro Albertino Saussure nasceu em 1504, no condado de (não queiram saber o nome), onde havia mulheres lindas, loiras, com olhos azuis, cinturas torneadas. Usavam saias não tão longas, mas também não tão curtas, com camisas de manga princesa e aventais na cintura. Com meias-calças brancas e sapatinhos pretos. Os meninos da rua onde Saussure (Chomsky, wittgenstein, Weins...)brincar, se divertiam a beça, mas quando as meninas passavam, eles paravam imediatamente e colocavam uma face mais de homem, para que elas os olhassem. Sausse, muito safadinho como era, já pentelhava pela rua desde seus cinco anos. Por volta de 1512, Saussure já se mostravam mais homenzinho, porém seu lado errôneo e brincalhão (diga-se de passagem, para mim ele era um pouco mais sacana), adorava levantar as saias das meninas.


Quando completou seus dezesseis anos, se destacava brilhantemente nas aulas de gramática tradicional, e seus textos chocavam os professores. Por isso, seus colegas tinham uma certa aversão de estar com Ferdinand, pois seus dotes aparentavam meio homossexuais. Graduou-se no cientifico e diretamente ingressou no curso de letras (não sei como se chamava letras antigamente). Entrou na universidade (what? Que moderno!) e se vi igual perante todos, pois todos tinham uma certa pinta de gay lá. Nas noites, Saussure trocava as festas, baladas universitárias e meninas safadinhas, para ficar em seu quarto estudando (o que aumentava as indicativas de sua mudança de sexo). Começou a entender sobre lingüística, onde baseava-se que era um ramo da ciência mais geral dos signos (aries, libra, touro, capricornio...), que ele propôs fosse chamada de Semiologia (estudo do sem... Deixa quieto!).


Com o estudo do estruturalismo, os colegas de Saussure, que achava se encaixar com os pareceres alheios, viu-se totalmente enganado, principalmente com o surgimento das quatro dicotomias. Até Sandra, uma menina que se interessava descaradamente por ele, notou uma certa muadnça em seu lado masculino, que ficava cada vez mais feminino. Então Sandrinha, dizia que Saussure estudava e criava teorias para nao pensar na sua mudança de gosto masculino. Seguindo na linha dos estudos, o que nao interessa as dicotomias, Sausse já formado, dava aulas de linguistica. Nessas aulas, ele se aproveitava das dissertações de seus alunos, e aproveitava-se também dos alunos (sim, ele já havia assumido a sua homossexualidade por completo, porém não andava com roupas coladas e de grifes.).


Morreu prematuramente em 1573. Após sua morte, seus alunos buscaram o arquivo de notas do mestre no intuito de publicar um livro que apresentasse a doutrina exposta em seus cursos e que abria novos horizontes para a linguística (e para a liberdade gay no mundo (sim, desde mais cedo do que se imagina, o mundo já lutava por essa causa)). Contudo, as buscas foram frustradas e nenhuma nota foi encontrada. Assim, liderados por Charles Bally (aluno aproveitado) e Albert Sechehaye (aluno aproveitado e apaixonado por Saussure), resolveram compilar e comparar as notas dos alunos feitas durante as aulas. Esse trabalho culminou na obra Curso de Lingüística Geral (Cours de Linguistique Générale), publicada em 1585, ainda hoje leitura obrigatória para todos os estudantes e pesquisadores de linguística.




E assim foi a vida de Sausse, Saussure, seja lá como deseja chamar esse senhor, que nasceu levado, viveu como um mestre casaca virada, e morreu como um professor que usava os alunos e não conseguiu publicar muita coisa (tenho pena de você Saussure). Uma vida cheia de altos e baixos, de drama, algumas alegrias. Sua morte muito repentina comoveu o mundo e agora, consagrado, Saussure é o senhor dos senhores, o rei dos reis (mas não passa o Michael Jackson). Ferdinand Saussure agora é o Senhor da Lingüística nos cursos de Lingüística (ridículo isso), eternizando-se como um estudioso e importante professor para a lingüística do século XX e de sempre.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Um texto sem pé nem cabeça.




Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos começa a passar.


Como não se sabe mais o que escrever, nada mais poético, nada mais aqui dentro pra sair, porque não há mais nada aqui, já arrecadaram tanto de mim que acabou secando o que, talvez, era a minha fonte de criatividade.


Hoje teve aniversário do Robson no campus 6. Vamos começar no começo, quem é Robson? Quando se pergunta quem é Robson, se questiona também a existência da Bruna e da Dayany. Essas criaturas obviamente saíram de algum lugar, e especialmente, do lugar que nesse momento eu jamais quero deixar. Conheci-os na Unisinos, no curso de letras, que inesperadamente fiquei amiga das duas já no primeiro dia de aula. De longe, são duas pequenas meninas, a meu ver crianças porque dão um pouco mais que na minha cintura em relação a suas alturas. Mesmo assim, já disseram que eram minhas filhas, e pelas nossas idades, eu diria que, não me importo nem um pouco de ser a mais velha e de ser “mãe” de vocês. Essas pessoas amáveis que diretamente e indiretamente entraram na minha vida como algo divino e modificaram muitas coisas que eu tinha dentro de mim, tanto na forma de pensar como de agir. Na forma de falar, na forma de como ficar mais tímida, na forma de tentar encontrar o que eu quero, mesmo não sabendo nada sobre o que eu desejo ser. Aliás, qual de nós três desejamos realmente letras?


Nessa delongada história contada por mim, entra um ser, meio weild (hã), meio fora de si, meio gesticulador, meio out. Um indivíduo que gosta de coisas japonesas, meninas de olhos puxados (a gente sabe que vocês vão ficar juntos no final da faculdade), que trabalha num Call Center (amo isso) e tem uma cabeça redonda e um cabelo estranho. Robson veio do nada falar com a gente, e como somos muito interessantes (pessoa humilde) ele resolver não largar mais da nossa mão. E ele é o único menininho do grupo. As pessoas devem pensar que o Robson é O CARA, porque ele anda com três meninas que sempre o paparicam (e com certeza não vai ter três meninas na filosofia para te paparicar tanto assim). Sendo assim, resolvemos fazer uma micro (e pequena mesmo, porque só tinham 3 convidadas, certamente que éramos nós três que tínhamos organizado a festa, mas tudo bem, o que vale é a intenção) festinha de aniversário pro Saussure (outra longa história). E foi muito engraçadinho, porque ele parou e ficou olhando a gente cantar parabéns com a maior cara de (ahn?! What a hell is that?) e depois ficou pulando, e a gente pulando nele. Robson contou sua frustrada festa surpresa (claro que a nossa foi a melhor).


Nessas horas que eu paro e digo para mim mesma, eu não quero sair da Unisinos, se eu pudesse, faria a nossa casa Robson lá na Unisinos, poderíamos nadar com o patos do lago da biblioteca e nadar, e teríamos vários restaurantes em casa. Eu tenho uma saudade de voltar para a aula só para falar e rir com vocês (e seria por outro motivo?). Se eu pudesse ficaria o dia todo lá, só para gastar meu tempo ao lado de vocês (podem se sentir especiais). Desejo tudo de interessante, gostoso e digno para vocês, para nós.



Vocês já são o orgulho da mamãe.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

In my bed!





Eu sou a chuva, o frio, à noite, as estrelas, e tudo o que lhe faltar durante os dias. Tenho sido os passos que vagam por essas ruas sem rumo. Tenho sido a paciência que o tempo jamais dá uma ajuda. Tenho sido o anseio para a cura de um coração já morto, que o mesmo tempo delonga essa dor. Tenho sido a dor de estar cada dia mais velha. Tenho sido a frustração de não saber o que fazer nessas tardes frias, e nas noites quentes, e nos tempos de confusão mental. Tenho sido a amargura dos tempos antigos, o consolo do presente e a esperança de um futuro próximo. Eu sou a voz que sussurra na noite, o calor dos abraços, o salgado da lágrima, a unha que arranha. Tenho sido o atormentar de uma alma sedenta. Tenho sido o desabrochar de um sonho. Tenho sido a evolução de uma mente. Tenho sido o dedilhar de uma nota só. Tenho sido o sol que vai embora. Tenho sido o suor da aflição. Tenho sido o latejar de uma ferida. Eu sou o barulho das folhas caindo, o arrancar do carro, a barreira móvel e insolente.


Eu sinto uma tristeza profunda, um chamar na esperança fictícia, uma platônica paixão fervorosa. Eu sinto uma felicidade, mas não é a felicidade de sorri, e a felicidade de tapar a tristeza. Eu sinto essa tampa saindo devagar e deixando os vultos negros saírem. Eu sinto uma dor no peito, uma comichão nas costas, e um pesar na cabeça. Eu sinto um latejar da alma, um impulso para melhorar, um dia mais tranqüilo. Eu sinto o corpo cansar, o corpo pedir socorro. Eu sinto o coração morrendo, sangrando, ardendo. Eu sinto o ar nos pulmões. Eu sinto o ar sendo puxado cada vez mais forte. Eu sinto os braços pesados, e encostando-se ao sofá. Eu sinto as pernas longas, onde não há mais lugar para elas. Sinto-me longe, desproporcional, desajeitada. Talvez eu sinta, e sentindo me sento para não sentir mais tanto. Perco-me nessas sensações e sentimentos. Nessas fricções, nessas voltas e em volta do próprio andar.


O que eu desejo é a claridade do amanhecer nos olhos. Desejo roupas macias. Desejo dias com mais sol, um ventinho gostoso, e uma noite que congele. Desejo mais abraços, mais beijos, mais aflições de amores chegando. Desejo uma cama fofa, um copo de água gelada, um travesseiro aconchegante. Desejo pessoas mais calmas, com mais almas. Desejo dias mais estupendos. Desejo seres mais humanos, amores mais insanos, e carinhos mais reais. Desejo mais verdade nas palavras, mais sentimento nos ouvidos. Desejo mais corações vorazes e reais. Desejo os teus braços, os olhares, os dedos. Desejo mais brilhos nos olhos.


Eu sou a estrela da noite, o gritar da ventania, o carecer da chuva no sertão, o excesso de sol no verão, e a dor de uma mãe sem filhos. Eu sou a força das paredes de pedra, a frieza da água gelada, a falta de piedade dos brutos, e a meiguice das crianças. Eu sou o silenciar de uma noite de sono, o gozar do enrolar de pés, o chorar da noiva sem par. Eu sou o pó que imunda a mesa, a demora de quem espera, a distração de quem ama. Eu sou o que gruda na pele, o que amassa de forma delicada. Eu sou os dias, as noites, as tardes ensolaradas, e as chuvas tempestivas. Sou o que o momento me deixa ser e o que as pessoas fazem comigo e de mim, na surpresa e no avassalar de um tempo.

domingo, 11 de outubro de 2009

Love, love me do!




Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir.

Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar.

Acordo pela manhã com ótimo humor mas ...

Permita que eu escove os dentes primeiro.

Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza.

Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais.

Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude.

Eu saio em conta, você não gastará muito comigo.

Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.

Respeite meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?).

Seja mais forte que eu e menos altruísta!

Não se vista tão bem... Gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço.

Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade.

Leia, escolha seus próprios livros, releia-os.

Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos.

Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste.

Não seja escravo da televisão, nem xiita contra.

Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai.

Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.

Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ...

Goste de música e de sexo.

Goste de um esporte não muito banal.

Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... Isso a gente vê depois ... Se calhar ...

Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora.

Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos.

Não me conte seus segredos ...

Me faça massagem nas costas.

Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções.

Me rapte! Se nada disso funcionar ...

Experimente me amar!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

(Não) Era amor!




Você um dia ainda vai compreender o quanto era diferente a tua pessoa para o meu semblante...



... Antes eu não te admirava, não era fiel a qualquer palavra que saia da sua boca. Para mim, elas eram as mais introspectivas e desinteressantes. Aliás, nunca passaram disso. Não era a falta de senso de humor. Não era a, talvez, falta de carinho. Não era nem a falta de certas horas ficar distante. Muito menos qualquer coisa que tinha em seu mais íntimo e pessoal. Para mim, nunca foi à falta, muito menos o excesso. O seu pecado cometido foi transformar-me na mais ridícula humana procurando agulhas em palheiros. Sair às pressas atrás da sua própria sombra, e por entre os carros tentar descobrir o seu. Foi tentar analisar o que não podemos sair às escuras tentando enxergar. Nos meus momentos mais calmos, eu era o individuo mais pé no chão, mais realista, mais vivo. Isso não me machucava, não me deixava surtar drasticamente. Eu em meus dezenove anos vividos, talvez entre os dezoito e dezenove, eu tenha sido realista demasiadamente, coisa que nunca fui. Não sei se isso é bom, ser realista demais as vezes seja um pouco péssimo para uma sobrevivência solitária.


Eu nunca quis ser o suficiente em “não ser eu mesma”, ou em outras palavras, esconder-me por medo de não ter-te. Eu não tinha o medo de te perder, porque nunca foi objetivo meu ter você me envolvendo. Aliás, fazia tempo que não tinha objetivos passionais. Por algumas horas, foi bom passar um tempo sem objetivos relacionados ao coração. Pelo simples motivo de que, quando se tem uma meta do coração, você, quando acaba a situação, chora, grita e não tem mais o desejo de amar novamente. Essas coisas relacionadas ao coração sempre são catastróficas quando elas se partem e se vão.


Foi aos poucos, tendo-te, e querendo-me que eu sustentei o que “contive”, e mesmo de inicio não querendo, acabei cedendo. Mesmo sem ter as palavras que eu gostaria de ouvir. Sem ter os momentos em que quis me imaginar. Sem estar nos dias em que gostaria. Você ficou presente, e de presente me teve. E de presente, muito bem embalado, meu coração se mexeu como uma bala de canhão. Mas ele se contem quase sempre, quero dizer, eu o contenho. Ele ama desesperado, bate como louco a porta em dia de chuva. Chora como criança recém-nascida. Ele é fora de si quando vê quem quer, e quando não vê quem quer ele voa para procurar o indivíduo. Você foi desembalando vagarosamente o meu embrulho, e com o nada que você tem, você fez tudo o que poderia fazer comigo. Fez com que eu perdesse minha cabeça, meu coração. Minhas pernas tremiam, meus olhos baixavam com o medo de ver-te. Talvez minha voz mudasse para que eu ficasse mais carinhosa com a sua pessoa. Mas você, você nunca teve nada que me atraísse. E por mais que nada estivesse nesse seu corpo, no meu tom de pele, o vermelho era destaque ao ver-te.


Aos tempos em que eu me via mais livre e mais pensante, me sentia melhor. Você entrou como erva daninha dentro do meu coração. Onde de inicio pensamos que é flor, quando vai crescendo passa a ser erva e no final destrói a grama e flores ao seu redor. Você foi semeando em meu coração sementes de consideração e amizade. Enchi-me de respeito pela tua pessoa e isso, a meu ver, é muito mais importante do que um mero amor. Não levo amor como algo para sempre ou então como algo inabalável. Para mim o respeito que um sente pelo outro é válido como prova, como algema para uma vida. Prender-se, ou desejar prender-se na vida e alguém é dramático. Porém, mais dramático do que isso, é plantar amor nos corações de quem você, já não deseja amar, ou então amou, prometeu e largou.


Não te pedi nada. Não prometi. Não vulgarizei. Não fui nada além do esperado, talvez até tenha sido um pouco abaixo dessa faixa. Mas jamais disse algo que não passava das minhas verdades. De outra maneira, minhas verdades sempre me sobressaem sobre tudo na minha vida. Minha maior verdade foi que te amei constantemente no meu mais fundo sentido vital. Eu te amei tanto, que não reconheci isso de início. Amei-te tanto que tentei não te amar, por mais que isso fosse bobo. E você me jogou de lado, atirou para o mais invisível canto do teu coração. Esqueceu-me, e me tratou como trouxa. Eu apenas queria te dar um significado maior de paz, de amor. Dar-te-ia um pouco de felicidade quem sabe, ou então meros minutos de risos. Todavia, o que eu tinha não passava de coisas simples e tuas. Reservadas para ti. As quais, tu não viste, e não deixou eu tentar mostrá-las. Eu te amaria mais se não fosse pesado agüentar isso. Eu te daria mais dias ensolarados se não fosse tão distante de mim. Eu lhe proporcionaria mais sentido nos dias se não fosse tão enganador e ridículo comigo. Eu lhe queria, pois agora, não quero nem saber seu nome.

sábado, 12 de setembro de 2009

Eu quero ir para Paris de novo!




Cada vez que os dias passam, eu sinto um enorme vazio dilatando e comprimindo meus pulmões, coração, costelas. Tudo com todas as tendências a explodirem com mais um respirar. Comprimem-se tanto que até as costas chegam a doer, algo quase insuportável, que vai machucando. Difere-se das substancias que talvez eu tenha ingerido para tentar me acalmar ou então para não pensar tanto. Tem sido tão frustrante essas ausências, essas minhas faltas no meu próprio corpo, que já cansado de tanto sacrificar-se por, quem sabe, um bem maior. Mas em todas essas vias, inflamáveis de restante vitais tem sido, cada vez mais, uniformemente intolerável eu ainda estar, já vou me repetir, estar aqui.


Os dias tem se passado com algum toque que eu não sei mais o que é, mas cansa ainda estar presente nesse meio. Estar presente quem já morreu por dentro, o que por fora tenta mostrar vivo.

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue.Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! (Se o achar, segure-o!)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ainda existe esperança?




E dizer que te esqueci?
Enganar meu coração já passou de ser algo natural... Ele é tão mascarado!
Eu te amo, eu te espero todos os dias na mesma esquina. Eu te adoro como amo os dias quietos e quentinhos. Que te aguardo. Que te quero aqui!


Pronto! Já não posso mais fazer nada! Até por esperar eu já sei a rotina disso!

Mexes comigo, porque no meu sentido mais inóspito, eu sei que eu te amo.