terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Saudade é um pouco como fome.





Não acredito que acabou
Eu assiti tudo acabar
E nunca vi o recado no muro
Se eu soubesse
Que os dias passavam
Que as coisas boas não iam durar
Que você estava chorando


O verão se tornou inverno
E a neve se tornou chuva
E a chuva se transformou em lágrimas em seu rosto
Eu mal pude reconhecer o garoto que você é hoje
E Deus, eu espero que não seja muito tarde
...... Não é tão tarde


Por que você não está só
Eu estou sempre contigo
Nós vamos nos perder juntos
Antes que a luz venha te iluminar
Quando você acha que acabou
E a escuridão venceu
Querido, você não está perdido


Quando o mundo está desabando
E você não agüenta essa idéia
Eu disse, querido, você não está perdido


A vida pode não mostrar misericórdia
Ela pode despedaçar a sua alma
Ela pode fazer você se sentir como se tivesse enlouquecido
Mas você não enlouqueceu
As coisas parecem ter mudado
Mas há uma coisa que continua a mesma
No meu coração você permanece
E nós podemos voar pra bem longe


Por que você não está só
Eu estou sempre contigo
Nós vamos nos perder juntos
Antes que a luz venha te iluminar
Quando você acha que acabou
E a escuridão venceu
Querido, você não está perdido


O mundo desaba
Você não agüenta carregar a cruz
Eu disse, querido, você não está perdido


...yeah yeah, yeah yeah,
Eu disse, querido, você não está perdido
Eu disse, querido, você não está perdido
Oh yeah yeah
Eu disse, querido, você não está perdido.


Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas. O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Por tudo que eu sei sobre você agora





Não se perca nos dias, nem nas fotos. Não se perca nos momentos, nos que já se foram, nos que ainda não vieram. Não se perca nos olhares. Mas se perca totalmente no que eles podem lhe dizer constantemente quando passa de um olhar para uma busca profunda sobre a situação.


Num passar de tempo em que nada hospeda um lado vazio do peito, parece que jamais algo vai conseguir, fazer um papel importante de, completar o que nunca foi suficientemente abastecido. Desesperado, gritando por um mísero dia em que, aquilo seja algo que tempo atrás, que essa profunda cavidade que dele se apoderou seja algo passageiro. Mas em tempos como esses, de calor excessivo e dias cansativos, a qual não seja há o desejo de fazer nada além de encostar a cabeça no travesseiro e repousar por horário indeterminado, estima-se que dói muito mais do que nos dias frios e na frente da fogueira se aquece. O fogo não aquece mais o que gelo já é. Não derrete. O que gelo esta segurando o sentimento que mais deveria de aflorar no individuo. Não há tempo que voe, não há sorriso que se instale, não há sentimento que assegure estar tudo bem.

Você não deveria de me olhar como me olhas desesperado. Como quem procura saber o que faço, o que sou o que me tornei. Com quem ando! Deveria de estar quieto para me deixar quieta. Deveria de estar longe de mim, como tentamos não fazer. Eu deveria desistir no primeiro respirar, mas é impossível quando se deixa que alguém segure a sua mão e diga que esta tudo bem. Você me machuca como quem corta a pele sem desejar. Você me faz brigar comigo mesmo quando eu estou tranqüila com o meu semblante. Você e o seu jeitinho indiferente das coisas, e a sua arrogância prepotente sobre tudo. Não me afeto por saber de ti do que faz do que tem do que anda de com quem anda. Incomoda-me o modo em que me olhas.

Se todos os meus versos de amores fossem para você, eu estaria atirada naquele canto, choramingando por algo que jamais foi meu, e nessa altura do campeonato, nem desejo mais. Porque se você fosse meu agora, não teria a mesma graça de todos os meus inescrupulosos sonhos, de quando eu mais precisava de você, tu aparecias e segurava a minha mão, não precisava dizer algo, simplesmente o teu toque sobre a minha pele seria a plena salvação de dias ruins. A sua presença era como imponente castelos europeus de seus séculos passados. Um olhar que cruzasse com os meus olhos era como mel que escorria. Uma louca travessura por querer encontrar-te mesmo não sabendo nem o seu paradeiro. Era ir atrás de algo inexistente. Mas a minha ânsia de te descobrir era muito maior do que saber sobre o meu próprio florescimento nesse mundo.

Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada.


Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso. A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.

domingo, 22 de novembro de 2009

Amor, meu grande amor, não chegue na hora marcada.





Porque você demora tanto para perceber o que você é ou o que você tem? Sempre naquela mesma teoria de que você é vazia, nula para o mundo, vaga. A baixa auto estima é um tanto quanto ridícula, por não ter quase nada nesse compartimento. Ei garota, recomponha-se! Nesses dias quando não há mais nada ligado entre você e qualquer semblante que algum dia já tenha se encostado à sua face, vagar sem algumas preocupações é como sentir as costas sem peso. Mas no fundo você ainda quer saber dele. Tente não se preocupar com o que não bate a sua porta. Recomponha-se no sentido de: não morra na praia porque nesse exato período parece que a vida acabou. Você já viveu sem isso antes. Sei como dói no fundo do corpo essa ausência, essa coisa de “ter” e não ser seu.


Você o ama tanto? Não seja tola de não poder seguir sozinha, achando que a única salvação seja aquele corpo. Ele não vai respirar por você. Talvez lhe dará breves momentos de felicidade, de prazer, de amizade, jurando ser (quem sabe) eterna. Mas na priori de tudo, seus olhos se encherão de lágrimas tristes, frias e salgadas. No seu mais tardar, parecerá que estão rasgando seu peito e arrancando seu coração. Latejará por dias, semanas, meses até o dia em que não haverá mais nada que o atormente sobre aquilo. Irá doer até o momento em que essa dor não machuque mais e você já superou aquilo. Nunca irá superar por completo, esses furos de romance sempre ficam lá, pois i ser humano é fraco ao tentar combater o coração. Você pode até continuar tendo o carinho pela pessoa, preocupar-se, querer estar lá, mas isso é verdadeiro? Quero dizer, você sente tudo isso, deseja tudo isso, mas você realmente acha que isso é importante? Ele pode ser um nada e você só o deseja porque ele esta lá e é bonito de corpo.


Você é o que? As luzes e raios de sol? Você acha que talvez seja os olhos da esperança? Então é isso o que você é. Não seja aquilo que eles a compram, aquilo que eles querem/almejam/desejam/anseiam por você ser. Quer ser a sofredora nata, de coração estatelado? Ótimo seja isso que a sua mente cria. Será doloroso choramingar todo o santo dia, porém foi o que você quis. Não estou dizendo que é para você ser isso, apenas digo que, se você desejar, ainda pode mudar a face, o corpo, a mente, abrir o coração, e ser um outro alguém melhor dentro de você mesmo. Não perca a essência meu bem. Não se perca meu amor. Não se transforme em algo inenarrável.


Tenho tanto guardado aqui, gritando, chorando, sangrando. Tenho tanta vontade de colocar para fora, mas é tão ruim jogar essa dor para o possível culpado. Queria tanto estar, tanto amar, tanto ser amada. Mas a princípio não sou foco. Sou o que você talvez chame de segunda opção, carta marcada de segunda mão, um jogo, um prazer momentâneo. E o que se espera de alguém assim, de segunda visão? Espera-se que vá embora, que nunca mais volte, que abra os olhos e veja o que você é para o alheio. Você sabe de tudo isso, todavia seu coração amável lhe odeia tanto que, na hora do sufoco do próximo, você o ajuda. Você esquece o que você á para ele, só pensando na indecisão do outro. Não há raiva dentro de ti. Você se esforça ao máximo para ajudá-lo, e depois? Depois você segue sendo a segunda, terceira, seja o numeral que for.


Necessita-se de mais atitude para brigar e reclamar do que fazem de/por você. Grite por não ser um foco. Isso é desculpa para lhe jogar para segundo tempo. Se ama e gosta não há foco, descuido, tempo que seja perigoso, há amor e uma razão de que, hoje não dará para sair, tenho que estudar, amanhã sairemos. Agora de que você não é atual foco, meu bem, você nunca será o foco. Doa a quem doer, não se ama de um minuto programado até outro certo minuto. Não há números, dias e rotina ou cronograma. Iludir-se de que “em um mês iremos ter algo.” Ou “em um mês eu irei te amar.”, esqueça ou apague o amar, em um mês você irá chorar, irá falar que esta ardendo tanto dentro de você, que parece ser uma faca. O tempo irá curar, ajudar a sanar a dor e aquilo se esvairá, tornando-te a pensar – raios como eu chorei por algo que era previsto, estúpida – deu, passou a dor, há somente lembrança. O tempo não existe!


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Não me venha com a dor de não ter sido o meu presente!





Eu não sei se você sabe, mas quando chega uma fase em que parece que nada conspira com você, nada esta a seu favor. Essas fases destroem o ser humano, arrancam pedacinhos lentos e mortais. Armas letais para o individuo que dele se apropriam. Nessas horas, dessas fases, eu tento me lembrar das épocas em que eu tinha mais sentimento interessante dentro de mim, que eu era mais humana, mas feliz, mais viva. De tantas as dificuldades que já me encontrei nessa minha pouca idade, não sei mais como eu estou viva, ou então, a forma que eu consigo me recuperar. Já pensei em desistir do que meu já é, só para não me perder na vida de desgosto. Já pensei em continuar para me auto afirmar, mas estou aqui porque ainda não encontrei nenhuma razão melhor para fazer algo diferente. Eu desejo infinitamente voltar para a casa dos meus pais, porque eu já não me agüento mais aqui, a minha pressão, a minha própria pessoa, porque tudo dentro de mim dói.



Tenho medo de cara lavada, de noites mal dormidas, de escuro total, de penumbra. Tenho medo de dias muito quentes, de arvores sem folhas, de ventos muito fortes e de barulhos estranhos. Abraça-me assim que possível. Tenho pavor de olhos caídos de ódio, de rostos penosos, de corpos machucados e mãos fracas. Tenho medo da vida que ainda não vivi, do tempo que ainda vem, dos amores que não se transformaram e das dores que ainda sentirei. Não suporto o som do vazio, o espaço entre dois corpos, a frieza da pele e o sentimento jamais trocado. Detesto a falta de compreensão, a ausência das palavras, a falta de consideração e o esperar do que prometeram. Não prometa o que não vais cumprir. Tenho medo do tempo, do que não cura, do que não adverte e do que não previne. Tenho medo do altruísmo completo, da decência efusiva, da efusiva dor de não ser o que é. Tenho receio de quem me compromete, de quem já não foi por medo, de quem se privou, de quem não sofreu e de quem calou e consentiu. Seja o que for, seja com o coração (seja sincero). Tenho temor de pernas que não ajudam, do sentimento que não colabora, do andar espevitado, do olhar traidor e do dia que não acaba. Tenho medo de estar sozinha nessas chuvas, de estar esperando por algo que já se foi, do tempo que não se esforça, do que não vejo, do que não sinto, do que não mexo. Tenho medo da falta de amor, da falta de esperança, da falta de fé, da falta de entendimento. Detesto ter que falar por pressão, a não iniciativa, a não colaboração, a não reciprocidade que era para ter.


Eu estou vagando por aqui, ali, lá longe, nas pedras que já não separam mais nada entre o chão e o mar. Eu sou o final do horizonte que nunca se enxerga, mas sempre se vê e ou imagina ele. Eu sou o que sinto, o que bebo, o que como, o que me transformo. Sou a incerteza de quem nunca tentou, a dor de quem já sofreu, a beleza de quem amou, os minutos de quem se entregou, e as palavras de quem não pronunciou. Eu estou escondida em cada gota de esperança, em cada grão de novos planos, em cada traço de futuro, em sentenças sem fundamento, em explicações embasadas na ilusão, em casos de amores únicos, em corações quebrados, em sangue derramado. Sou a dissolução de dor e espera, de amor e indiferença, de caminhar e não querer ir, de ter e querer, de ser e imaginar, de discernir e se atirar. Não sei ser a fórmula certa, a cura do machucado, o milagre dos cegos, o que desejam de mim, e o que me forçam a ser, o que me imaginam e o que tentam me construir, não sei ser a mentira. Estou na forma de dor, de probabilidade, de perspectiva, de visão, de futuro, de objetivo, de linha tracejada. Eu vou ir embora se o tempo deixar.


Não quero que sintas pena de mim, eu sou isso o que vês e não o que queres. De transformações eu sou uma mutante desdenhada. Não tenho linhas, limites. Não sou o que pode ser, sou o que eu quero e desenvolvo-me com as minhas dificuldades. Por mais de ser, eu sou humana, e a tua falta ou as tuas promessas não vão mudar a minha vida. Não mais, não vou cair nas tuas bobagens, cansei de ser o que os outros desejam. Não vou ficar aqui parada. E o tempo agora vai me ajudar. Pode tentar me esquecer, mas a impossibilidade será a companheira mais fiel que terás. Apagar-me da tua mente será impossível.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Cansei...





Meu Deus, me dê a coragem


Meu Deus, me dê a coragem de viver trezentos e sessenta e cinco dias e noites, todos vazios de Tua presença. Me dê a coragem de considerar esse vazio como uma plenitude. Faça com que eu seja a Tua amante humilde, entrelaçada a Ti em êxtase. Faça com que eu possa falar com este vazio tremendo e receber como resposta o amor materno que nutre e embala. Faça com que eu tenha a coragem de Te amar, sem odiar as Tuas ofensas à minha alma e ao meu corpo. Faça com que a solidão não me destrua. Faça com que minha solidão me sirva de companhia. Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar. Faça com que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo. Receba em teus braços meu pecado de pensar.


Cansei quero só paz no meu coração, e uma praia pra descansar!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Delicinha chamada Dove




Como dizia Joseph Climber “Existem pessoas que não se abatem por nada...” – com esse dizer que começo meu texto sobre, ela, a pessoa mais distinta da Unisinos, mais do que tudo, a professora Dove [não resseca a sua pele( mas resseca seu cérebro e paciência)... Há hã].




Não se abatem por nada? Simplesmente isso, somos todos (além de alunos da professora) sobreviventes! Sim a cada final de sexta-feira (justo na sexta; muito traumático) damos graças por estarmos mais uma vez livres e vivos. Não que a aula seja ruim (botão irônico ON explodindo), mas o que não é bom, realmente é a professora. Lingüística estuda o que? Sinceramente, do fundo do meu coração, eu não tenho bem certeza sobre o que se estuda. Para se ter idéia, minha preparação psicológica para essa aula se inicia exatamente cinco minutos após o final da mesma. Não que exija muito, todavia para suportar a Dove ( e seus sinônimos, a qual pode se chamar – Couve, -Louve....-ove!...) necessita de muita força.


Se você não tem um estômago, cabeça, olhos e todo o resto bem resistente, nem entre na sala as sextas. Ao estomago pela visão que terás. A cabeça por ter que agüentar umas três horas falando sobre algo que você não vai entender (porém se leres os polígrafos entenderás). Os olhos para mantê0los abertos, que se POR ACASO bater um sono não conseguirás fechar (esse por acaso é algo corriqueiro). E todo o resto simplesmente porque é muito difícil manter-se, agüentar e sobreviver a essa aula. Somos sobreviventes, porque de tanta força para suportar algo incrivelmente desgastante e, de certa forma muito intrigante.


Vejamos pelo lado intrigante da coisa. Digamos que você nunca foi um serial killer, nunca teve desejos suicidas, nunca desejou matar alguém. Mas de uma hora para outra, além de se rebelar um pouco fora das características que as pessoas pensam sobre você, algo a mais se sobressai. Esse algo a mais que sai de você, e o transforma é, digamos assim, um killer muito forte. Você deseja constantemente destruir alguém. Vamos dar nomes e situações: Chega à sala de aula preparada mentalmente para o que vier, então ela entra na sala e tudo começa bem. Damos a opção de suportar vícios lingüísticos, pessoas tenebrosas, conteúdos inaceitáveis, vozes maldosas e uma outra grande cadeia de coisas que só lhe anseiam. Então você começa a se auto martirizar por estar La dentro, com frases do gênero: porque eu acordei às sete da manhã para vir para cá, ou então, Caramba, será que ela não sabe que não esta tendo nexo tudo isso. Ou melhor, do que isso, você pensa: JÁ POSSO IR EMBORA? – e ainda são apenas oito e quarenta da manhã. Você tem mais uma hora até o intervalo e sentir quinze minutos de liberdade e frescor. Nessa uma hora que parece nunca acabar, começa então os pensamentos mais mirabolantes, vamos citá-los:


- Pode-se começar por: Poderia dar um tiro na cabeça dela. Mas temos um colega que carrega uns fios para computador (não queira saber por quê!), então há também a possibilidade de usar os cabos para enforcá-la (isso é uma ótima opção).


- O segundo estágio é quando desejamos usar gases, fechar a sala como na Segunda Guerra, e fatores mais ou menos parecidos com esses. Nesse estágio já estamos pela terceira semana de aula, e aturar tudo isso é muita força. Precisa-se ter muita paciência nessas horas.


- O terceiro e último estágio é quando já começamos a pensar em algo grandioso, nisso lembramos mais ou menos da Inquisição(Inquisição, Tribunal da Inquisição ou Santa Inquisição (dentre outros nomes) foi um tribunal cristão utilizado para averiguarheresia, feitiçaria, bigamia, sodomia e apostasia. O culpado era muitas vezes acusado por causar uma "crise da fé", pestes, terremotos, doenças e miséria social, o acusado era entregue às autoridades do Estado, que o puniriam, as penas variam desde confisco de bens, perda de liberdade, até a pena de morte (muitas vezes na fogueira, método que se tornou famoso, embora existissem outras formas de aplicar a pena de morte). Com isso, ressaltamos o desejo de montar uma imensa fogueira no meio do pátio da Unisinos e colocar a Queridíssima professora nela, com roupa para queimar e ficar grudada na pele. Mas a gente sente muita pena das pessoas que forem ver isso.


Com tudo isso, todo esse espirito maligno sobre a professora, sexta-feira passada ela foi mutio bem tratada (não pela gente, estamos procurando o voluntário que fez isso para condecorá-lo como membro honorário da nossa turma como herói.), e ela estava ótima além de quase todos participarem na aula, ela se prontificou a ajudar e trabalhar com os alunos. Mas o objetivo do texto era mesmo mostrar que somos guerreiros e aguentamos firmes e juntos as aulas das sextas, mesmo com todo o pensamento inadequado para menores de dezoito anos (dezessete, tenho colegas com 17), e também para mostrar que somos mais ou menos seriais killers (medo!).


Dove nunca pensei que diria isso, mas: HOJE EU QUERIA QUE VOCÊ FOSSE A PROFESSORA DA QUINTA, SÓ PORQUE A DE QUINTA NÃO É DIVERTIDA COMO A SUA AULA! – mas esse pensamento não passou de dois minutos (Pena)!
O video do Joseph Climber só pela curiosidade: http://www.youtube.com/watch?v=h5DjjZipafA&feature=player_embedded

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ana Revolts com a aula de inglês parte total!

P.S.: Eu sou a loirinha tá?! (só para ninguém ter dúvida ¬¬)


Bom gente, eu estava falando de Saussure, de aulas de lingüística, e todas essas vertentes do curso de letras. Porém, sempre existe algo nesse mundo que faça o dia ficar completamente estranho, ainda mais depois de meses sendo extremamente agradáveis, mas tudo muda.



Onde eu quero chegar? Nas aulas simples de inglês I. Muito simples, básico, fácil, ainda mais que você já viu e reviu isso trocentas vezes, e já nem tem mais tanto sentido assim. Você tem uma professora, que já sabe como você trabalha, já sabe tudo o que você faz. Conhece bem o seu nível de inglês, exige, é divertida, compreende quando falta algo, tem os seus ataques de nervos, todavia nunca de exagero extremado. Na bem da realidade, você nunca prestou bem atenção na aula, porque, simplesmente aquilo já esta difundido na sua cabeça de modo que, não precisa mais disso, já sei por completo. Então, tudo esta muito tranqüilo, muito sereno. Fizestes a prova de meio semestre, fostes muito bem, sem problemas, esta garantida. Até que... Óbvio, alguém para perturbar minha vida. Achou que era pueril assim? Que eu ia ir bem o semestre todo, e ninguém ia me atormentar (tirando a Rove que me tira a paciência total, e uma substituta da aula de quinta (aliás, ela é um sarro, nunca ri tanto de alguém como ri dela.)). Era muito certo que algo deveria estar fora de controle para tudo ocorrer muito bem.


Você chega à aula para apresentar um projeto de trabalho, a qual não há vontade no corpo para fazer nada, muito menos para falar sobre o trabalho para a turma. E foi exatamente nesse dia que me apareceu MAIS UMA SUBSTITUTA. Certamente que após a apresentação do trabalho eu fui embora e nem vi a apresentação da professora nova. A sala do soninho (meu refugio pós prova, pós intervalo, pós cansaço, pós muito estudo, pós qualquer coisa que esteja relacionado à aula que eu não vou assistir. Então, eu assisto o primeiro período e me vou embora depois, para que assistir essas coisinhas, sei lá, existe tanta coisa melhor para fazer nesse horário em plena quarta-feira. Convenhamos, conversar as 10 da manhã no solzinho, na grama, pentelhando, é muito melhor do que ficar na aula de inglês vendo verbos irregulares e passado, presente e futuro.


Chego hoje na aula da professora que substitui a de inglês, e ontem mesmo eu havia comentado com a Daya: tomara que aquela COISA não vá dar aula hoje, tomara que a Teacher de inglês mesmo já tenha voltado. Então quando eu colo meus pés na porta da sala. CHOCADA! ABISMADA! Aquela infelicidade efusiva na sala. Sento-me tranquilamente e ela pergunta em alto e bom tom: Você vai ficar na sala hoje depois do intervalo Ana? – na maior cada de integridade física e psicológica, para não sair com uma cara de sem vergonha na frente de todos, respondo: Pois é professora, sabe a ultima aula eu sai mais cedo por causa do aniversário do Robson (e é verdade! – descrito até no blog! – Aliás, agradecimento ao Rob que me deu o DVD do Paul McCartney In Red Square), e na outra aula, antes dessa, eu nem lembro muito bem o que eu estava fazendo. Mas sabe professora, não to me sentindo muito bem, se eu tiver que sair, a senhora já sabe (puríssima verdade!). Comentário pertinente número 1: Qual é a dela de ainda estar dando aula no lugar da Teacher boazinha, que não me incomoda? Comentário pertinente número 2: Porque ela precisa saber se eu vou voltar? Eu estou num curso superior, eu faço o que eu bem entender, sou maior de idade. Comentário pertinente número 3: PORQUE ELA FICA OLHANDO SOMENTE PRA MIM E FAZENDO ESSE TIPO DE PERGUNTA SOMENTE PRA MIM? – esta certo que eu não aparecia na aula depois do intervalo, três dias seguidos, mas isso não é da conta dela. (Ana total revolts).


Além disso, ela fica com uma SUPERIORIDADE pra cima dela, com uma auto-estima do caramba, e fazendo piadinhas infames para tentar animar o pessoal, e às vezes, eu fico rindo só para não perder a professora – se bem que, eu desejo perder essa substituta. E ela exclama: LOOK AT MEY BEAUTIFUL GREEN EYES – E faz cara assustadora com olhos arregalados, que me deixa com vontade de nunca mais ver aquilo na minha frente, e eu rezo depois dessa cena para agradecer de estar viva ainda. Existem coisas nessas aulas que deveriam de ser proibidas, como por exemplo, a professora ir para congresso, viagens e etc. A mais pura verdade? HOJE EU DESEJEI ESTAR NA AULA DA ROVE! – Mentira, isso foi algo muito remoto na minha vida que só durou 2 minutos. (porque é impossível pensar mais de dois minutos nessa possibilidade suicida.).


O que eu quero dizer com tudo isso? Que eu quero a professora de inglês boazinha de novo! Eu cansei dessa substituta que me incomoda e pega no meu pé. Ela pensa que eu sou saco de pancadaria dela, só porque ela é maior do que umas três eu! E porque eu não volto pra aula (mais isso não é motivo concreto, mesmo eu estando na aula eu não estou! (complicado isso hein)). Fiquei revolts total com ela hoje, e voltei depois do intervalo pra aula só para ela ver que quando eu quero, eu me esforço, menos pra aula dela. Enfim povo (ou pessoa que lê isso – nunca se sabe né) deixo a minha indignação com a Teacher boazinha que não sabe nem escolher direito uma substituta.